Archive for the ‘Educação Ambiental’ Category

A Sustentabilidade e o Circo

A Sustentabilidade e o Circo

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Na verdade podemos ser sustentáveis em qualquer meio em que estivermos inseridos, ontem foi o dia em que tive o prazer de palestrar para 40 alunos, professores e diretores da Escola Nacional de Circo.

Dando um enfoque fora do comum, assim como abordo a sustentabilidade nos condomínios, tentei mostrar aos alunos a importância da sustentabilidade, como fazem parte de um todo, seu papel influenciador e agentes do compartilhamento de conhecimento.

Mais do que isso, foi apresentado modelos e meios práticos de reduzir consumo e emissões com base em processos, procedimentos, cálculo de consumo, noções de eficiência energética e principalmente nas formas de aquisição de equipamentos, que por sua caraterística itinerante demanda novas soluções e muita criatividade.

 

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É claro que o básico também foi abordado como a criação da horta orgânica, coleta seletiva, reciclagem e reaproveitamento, assim como a importância de maior engajamento do poder público no incentivo a adoção de políticas de inclusão.

A apresentação contou com grande participação de todos o que transformou a palestra em um verdadeiro debate, com apresentação de dúvidas, ideias e sugestões que esperamos possam se transformar em iniciativas promissoras.

Termino esse post agradecendo a responsável pelo projeto de cidadania da Escola Nacional de Circo, a Sra. Liriana Carneiro pelo convite e me coloco sempre a disposição para ajudar as iniciativas a sairem do papel pois, afinal de contas, palavras influenciam mas são as ações que mudam o mundo.

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

O que você precisa saber sobre água de reuso

O que você precisa saber sobre água de reuso

Ainda não pensou em adotar a água de reuso como alternativa na sua casa ou condomínio? Hoje ensinamos como fazer. Confira as dicas!

 

 

A Terra tem 70% da sua superfície coberta por água. Mas 98% de todos estes litros estão nos oceanos e só os 2% restantes são potáveis – mas não acessíveis, pois estão congelados nos polos norte e sul do planeta. Existe outra parte menor no subsolo e outra menor ainda, em rios, lagos e lagoas.

 

Pensar no uso sustentável desse recurso natural tem sido uma das grandes preocupações deste século, cuja solução pode estar na água de reuso, uma forma de evitar o desperdício e garantir o seu reaproveitamento.

 

A reutilização da água não é novidade

 

A água de reuso é aquela que foi utilizada no banho, na lavagem de roupa, de varandas, de carro, a que sobra nos processos industriais e que segundo alguns padrões estabelecidos estão aptas a serem utilizada novamente. Estas águas residuais são tratada nas ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto). Após o tratamento de água, ela pode ser reutilizada direta ou indiretamente. Quando o uso é planejado, são realizados tratamentos e ela não é lançada no meio, mas transportada para o local onde será reutilizada, ou quando ela simplesmente é lançada de volta ao seu meio natural com ou sem tratamento.

 

Em grande parte dos casos, a água de reuso é recomendada para lavar carros, irrigar campos de cultivo e jardins, combater incêndios, limpar ruas e gerar energia, não sendo indicada para consumo. Lembrando que esta água não é potável, por isso não pode ser ingerida, mas pode ser aproveitada em qualquer atividade que não ofereça riscos à saúde. Quando a água é reutilizada, ela acaba deixando mais água potável disponível, o que melhora o problema de abastecimento.

 

Água de reuso potável? Será?

 

Pesquisadores enxergam na água de reuso a solução para a crise hídrica mundial. Para eles, é justamente a água que ninguém gosta de ver, aquela que corre escondida no subsolo pela canalização de esgoto, que pode ser transformada em potável – e a tecnologia para isso já existe. Partindo do princípio que a água deve ser julgada pela sua qualidade e não pelo seu histórico, uma vez totalmente limpa e livre de bactérias ela pode servir para matar a sede. Para se ter uma ideia, só sob a cidade de São Paulo haveria o suficiente para abastecer mais de 5 milhões de pessoas.

 

Projeto pode beneficiar 3,5 milhões de pessoas no Rio de Janeiro

 

De acordo com o IBGE, 31 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada, mas ainda assim o desperdício é grande. No Rio de Janeiro, as quatro principais empresas do Distrito Industrial têm permissão para tirar do Rio Guandu mil litros de água por segundo. No entanto, para impedir que o mar avance salgando a água, é preciso então retirar mais água ainda, fazendo com que o rio corra com mais força impedindo o avanço do mar.

 

A proposta da Secretaria estadual de Meio Ambiente é que essas empresas construam uma adutora de 14 quilômetros de extensão para retirar a água que precisam da Cedae, a Companhia Estadual de Água e Esgoto. A água fornecida seria a que hoje é usada para limpar os filtros da tubulação e que depois é devolvida ao Rio Guandu, tratada, mas não reaproveitada. Com isso a água que hoje é usada para ”brigar” com o mar impedindo seu avanço seria usada para abastecer cerca de 3,5 milhões de pessoas, havendo uma economia de 11 mil litros de água por segundo.

 

Reuso planejado da água já é realidade em várias cidades

 

A ideia de utilizar a água de reuso já é realidade em várias cidades ao redor do mundo e no próprio Rio de Janeiro. O famoso balneário de Búzios, na Região dos Lagos, faz o esgoto passar por várias estações de tratamentos equipadas com membranas e filtros especiais até ficar completamente livre das impurezas e estar em condições de ser reutilizada. Nos Estados Unidos, a cidade de Las Vegas, em pleno deserto, utiliza o mesmo procedimento.

 

Em São Paulo já existe um tratamento que transforma a água marrom de parte do esgoto da cidade em água de reuso, transparente e inodora, mas ainda não potável. Ela percorre uma adutora de 19 quilômetros até o polo petroquímico do ABC, mas a ideia é que futuramente ela seja ainda mais limpa para abastecer as torneiras residenciais. Além da solução para o abastecimento, haveria também um impacto positivo no meio ambiente, já que com todo o esgoto transformado em água de reuso os rios também seriam naturalmente despoluídos.

 

Receita caseira para reuso da água

 

Mesmo que a água de reuso ainda não tenha chegado à sua torneira você pode fazer a sua própria, reaproveitando a água da máquina de lavar roupa, do chuveiro ou da louça. Há ideias bastante simples de serem executadas e podem significar uma grande economia, evitando o desperdício. Você pode fazer um reservatório de água com reuso, com:

 

  • 1 lata de lixo de 60 litros
  • 1 bombinha de máquina de lavar roupa
  • 1 falange de 1 polegada
  • 1 mangueira de borracha
  • 2 braçadeiras
  • 1 mangueira de máquina de lavar
  • 1 cabo de abajur (que já tem o interruptor no meio),
  • 4 tábuas de pinus de 45 cm x 20 cm
  • 4 rodízios

Como fazer:

 

Faça a base formando um quadrado com as tábuas e parafusando os rodízios. Prenda a lixeira na base de forma que você possa empurrar sem que ela saia da base, o que você pode fazer com alguns calços de madeira. Faça a conexão do motor com o fio elétrico e o conecte à lixeira com uma falange e conecte a mangueira da máquina de lavar. Proteja o motor da água com uma placa de EVA, o interruptor com plástico e seu reservatório está pronto para receber a água da máquina de lavar roupa, do banho ou da louça. Ao economizar água você estará também reduzindo sua conta da concessionária e colaborando para a proteção do meio ambiente. Afinal, ser sustentável é a moda mais legal dos últimos tempos.

 

 

Texto Cortesia de Elva Vieira, redatora, estrategista de Link Building e otimização de sites e blogs.

 

 

 

CARNAVAL – Caia na folia de forma consciente

Caia na folia de forma consciente

 

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Pequenas atitudes podem garantir um carnaval alegre, seguro e socialmente responsável

Carnaval é tempo de alegria. Mas a irreverência, marca principal da festa, não é desculpa para se esquecer de algumas atitudes socialmente responsáveis. O consumo consciente não diz respeito apenas a atitudes com relação ao próximo e ao planeta. Cuidados com a saúde e com a segurança próprias também estão relacionados ao consumo consciente.

 

Abaixo algumas dicas para brincar muito – conscientemente.

 

  • Não deixe seu lixo por aí. Leve uma sacola ou mochila na qual você possa armazenar o lixo que produzir até conseguir uma lixeira para descartá-lo.
  • O Carnaval é marcado por uma verdadeira explosão de criatividade. Tanto no desfile das escolas de samba, passando pelos bailes carnavalescos e pelos blocos de rua, as cidades são tomadas por fantasias criativas e irreverentes. Mostre que você é mais criativo ainda. Utilize materiais biodegradáveis na confecção de sua fantasia.
  • Se for viajar de carro, vistorie seu carro. A medida pode trazer ganhos para seu bolso e para o meio ambiente, além de maior segurança nas estradas.
  • Brincadeiras com água, como molhar os foliões com mangueiras, é coisa de outros carnavais – literalmente. A estiagem é coisa séria, que não pode ser desconsiderada nem mesmo no Carnaval.
  • Tenha paciência. Afinal é Carnaval. Perca alguns minutos nas filas dos banheiros químicos. A sua cidade agradece.
  • Se for viajar, respeite o lugar que o acolhe, seja preservando a natureza e respeitando os costumes e a cultura locais.
  • Fique atento para não perder seus documentos. Leve apenas o básico, como carteira de identidade ou de motorista.
  • Cuide-se de si mesmo: prefira comidas leves, beba muita água e sucos e aproveite para se desligar dos problemas.

 

Resumindo: seja feliz!

 

Renato Moreno Munhoz

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Mais 3 km de ciclorrotas no Centro do Rio

Prefeitura do Rio inaugura mais 3 km de ciclorrotas no Centro.

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Com as novas rotas, os cariocas poderão seguir do MAM à Praça Henrique Lage/ Buraco do Lume/ Largo da Carioca pela ciclovia de 1,3 km, que passará pelas Avenidas Calógeras e Graça Aranha. Do MAM à Cinelândia haverá 0,5 km de pistas, com passagem pela Av. Beira-Mar; e do MAM à Praça XV mais 1,2 km, através da rua Santa Luzia.

Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente

 

Essa é uma data que serve mais para a reflexão do que para comemoração, estamos revertendo o processo que levou a tona toda essa discussão? Ou ainda soa tudo como modismo e que nossa missão é  simplesmente jogar nosso lixo na lixeira colorida correta?

Está na hora de incorporarmos no nosso dia-a-dia atitudes que realmente façam a diferença, e não somente uma meia dúzia de cidadãos, mas a grande massa. Parece que o que fazemos é pouco e muitas vezes deixamos de fazer pelo mínimo impacto aparente, mas sensíveis quando somados aos milhões de domicílios com as mesmas atitudes.

Cada quilowatt economizado, seja por um banho de 1 minuto a menos, um carregador de celular retirado da tomada, uma lâmpada apagada, reflete em centavos de economia individual, porém se multiplicados, poderíamos poupar o despejo dos índios de Belo Monte, desativar as usinas nucleares e ainda evitar a necessidade de ativar as termelétricas, caras e poluentes.

O mesmo se aplica ao lixo gerado e ao desperdício, estudos dizem que as famílias brasileiras desperdiçam aproximadamente 20% dos alimentos comprados, isso não significa somente que muitas pessoas poderiam ser alimentadas, mas também que foram necessários 20% mais caminhões para transportá-los, gerando engarrafamentos, 20% a mais de poluição, 20% a mais de consumo de derivados de petróleo e o produto possivelmente 20% mais caro.

Precisamos ter uma visão abrangente e entender que qualquer pequeno gesto, quando adotado pelo coletivo, gerará resultados surpreendentes.

Eu sou um grande defensor de que o Estado deve tomar ações mais rígidas em relação geral ao Meio Ambiente, com leis e incentivos fiscais para a manutenção de áreas verdes, margens de rios, coleta seletiva, controle de emissões de poluentes no ar e água, políticas inclusivas de valorização de cooperativas e catadores e principalmente nos prédios, condomínios residenciais e comerciais, onde os ganhos serão realmente expressivos.

Hoje a Comlurb anunciou que aumentará a coleta de materiais recicláveis no Rio de Janeiro para 5% com a inclusão de novos caminhões, mas será que existe infraestrutura para realizar a separação desse material? E também que pretende chegar a 25% até 2016. Medida louvável, mas difícil de acreditar que esses números sejam alcançados de forma plena, garantindo a destinação correta e reaproveitamento de todo esse material. Também não ficou claro se nessa conta entram as ações das cooperativas e catadores. Agora é esperar para ver…

Cada um de nós pode ajudar, fale com o seu síndico, seu vizinho, seu amigo, crie comissões de sustentabilidade no seu condomínio, rua ou bairro. As informações que temos já são mais do que suficientes, basta vontade e arregaçar as mangas. 

Tem uma ação em andamento em sua comunidade? O Blog Condomínios Sustentáveis terá o prazer de divulgar as iniciativas e estimular a adesão de mais e mais pessoas à nossa causa.

Feliz Dia do Meio Ambiente!

Renato Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

 

 

Quer Começar a Pedalar? Bike Anjo

Já pensou em começar a utilizar a bicicleta como seu principal meio de transporte e está com medo de se aventurar sozinho pelas Ruas da Cidade?

 

Conheça a Bike Anjo!

 

Bike Anjo é um projeto simples: ciclistas que tem experiência em pedalar no trânsito se dispõem a acompanhar ciclistas inexperientes ou pessoas que desejam utilizar a bicicleta como meio de transporte.

Divulguem, utilizem, tornem o trânsito mais humano, menos poluição e melhor qualidade de vida.

 

Rio de Janeiro – http://bikeanjo.com.br/contato/

Brasil – http://bikeanjo.com.br/

Ser Sustentável, como começar?

Ser Sustentável, como começar?

 

 

Muitos síndicos se perguntam? Como posso começar a realizar ações de sustentabilidade no meu condomínio? Não tenho conhecimento técnico, o orçamento é apertado, o que posso fazer?

Talvez o começo seja um pouco mais fácil ou mais difícil para alguns, a depender de verba e outras características do prédio, mas não vamos desanimar, independente de qualquer situação, sempre é possível implementar algumas ações de sustentabilidade, sejam em maior ou menor graus.

Existem medidas que dependem dos moradores, algumas que só dependem de boa vontade e outras que precisa de um pouco de esforço mútuo.

Lembre-se que toda mudança de hábito só é possível com bons exemplos e honestidade, ou seja, faça sempre o que prometeu fazer e mostre os resultados.

 

O que é mais fácil e pode começar já?!

  • Troca das torneiras e válvulas de descarga dos banheiros das áreas comuns. Depende só do síndico.
  • Instalação de sensores de presença e troca das lâmpadas incandescentes por eletrônicas. Depende só do síndico.
  • Coleta seletiva. Depende de apoio dos moradores na separação dos materiais, o papel do síndico é garantir que o material separado tenha a destinação prometida, seja ela o catador, a cooperativa ou a venda.

 

A sugestão é começar de forma simples, se falta espaço para armazenar o material reciclável, faça inicialmente somente a coleta de latinhas, óleo e jornais, divulgue as conquistas em comunicados internos, a tendencia é crescer muito a adesão de moradores.

Além disso, outras ações podem ser tomadas, como desligar as lâmpadas que não estão em uso, fazer a revisão periódica dos painéis elétricos, evitar desperdícios de água na limpeza de cisternas, economizar material de limpeza, inspeção de vazamentos de água em apartamentos e áreas comuns etc.

Bom síndicos, mãos a obra, vamos fazer acontecer!

 

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

A Aldeia Maracanã – Não Existe uma Alternativa aos Índios?

A Aldeia Maracanã

Nos últimos dias a mídia tem mostrado o impasse sobre a desapropriação do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio do Maracanã. Eu pessoalmente acho a Copa do Mundo no Brasil uma coisa muito legal, atrai investimentos, turistas, moderniza parte da cidade, mas e o custo social disso?

Sem querer entrar na dívida histórica com os indígenas desde o “descobrimento” (invasão) do Brasil, os governos deveriam se empenhar em preservar a cultura nativa do nosso país e não protagonizar mais um episódio de demonstração de poder e falta de sensibilidade.

Espaço para todos não falta, a recuperação do antigo casarão seria mais uma atração para os turistas e um sinal de respeito aos nativos de nosso país e uma melhora da nossa imagem no exterior.

Precisamos de mais lojas? Mais um shopping? Mais área de estacionamento? Não estamos na era da mobilidade urbana? Do incentivo ao uso de transporte coletivo e bicicletas? Estamos indo na contramão disso tudo.

Quem realmente ganha com a entrega desse patrimônio público à iniciativa privada?

A FIFA já manifestou que nunca exigiu a demolição do Museu do Índio, juntamente com o centro de atletismo, o complexo aquático e o Colégio Friedenreich. O que sobrou foi o desejo de destruição e o poder que subiu à cabeça de alguns.

Senhores prefeito e governador do Estado, realmente não existe uma alternativa aos índios?

Vamos tornar pública nossa insatisfação sobre esse triste episódio da nossa história.

 

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Renato Moreno Munhoz

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www.sindicoprofissionalrj.wordpress.com

Síndico Sustentável

Síndico Sustentável

Deseja viver um condomínio sustentável? Preocupado com as pessoas?

Myopia

O primeiro passo é a escolha um síndico que seja empenhado na realização de ações de sustentabilidade, qualidade de vida e consumo responsável.

A maioria dos síndicos apesar de bem-intencionadas estão somente preocupados com balancetes, mediação de conflitos, folha de pagamento etc.

Na nossa atual realidade e ainda mais em um futuro próximo, teremos que ser síndicos mais preocupados e abrangentes, não somente administradores de recursos financeiros.

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Renato Moreno Munhoz 21-9432-2321

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http://www.twitter.com/c_sustentaveis

Telhados verdes ou Ecotelhados

Telhados verdes ou Ecotelhados

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Acredito que os telhados verdes começarão a salpicar pelas cidades, não só pela beleza mas também por seus muitos benefícios.

Sobre os nossos telhados podemos fazer o cultivo de diversas hortaliças e de quebra reduzir a temperatura interna do edifício em média em 5 graus pela absorção e reflexão de luz e calor, aumentar a absorção de água, a filtrando e a retendo, reduzindo nossa exposição às enchentes.

Também percebemos redução das ilhas de calor, aumento da biodiversidade e a redução da emissão de carbono e com isso reduzindo o efeito estufa.

Benefícios

  • Redução da necessidade de ar condicionado e aquecedores (conta de energia elétrica menor).
  • Produção própria de ervas e hortaliças.
  • Redução da temperatura no verão e aquecimento no inverno.
  • Equilibrio da umidade do ar

Alguns municípios partiram na frente e estão criando os seus selos verdes para edifícios sustentáveis, o telhado verde é um dos itens abordados por alguns, e em contrapartida oferecem a redução de impostos e tributos, como o IPTU.

A moda vai pegar? Esperamos que sim! Depende somente de nós mesmos, é claro que com um certo incentivo é muito melhor, mas o que não dá é para esperar de braços cruzados alguma ação dos nossos competentes governantes.

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Renato Moreno Munhoz 21-9432-2321

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